Blindagem Automotiva

A blindagem automotiva vem atraindo cada vez mais o interesse dos motoristas que circulam nas ruas das grandes cidades brasileiras. De acordo com o último levantamento feito pela Associação Brasileira de Blindagem (Abrablin), em 2014 foram blindados aproximadamente 12 mil carros no país, um recorde pelo quinto ano consecutivo.
O trânsito caótico, a sensação de insegurança, a vulnerabilidade ao parar em cada semáforo e o aumento do número de empresas especializadas no Brasil expandiram o mercado e fizeram com que o segmento, que antes era voltado apenas para a classe A, também atinja o público da classe média.
Mas antes de transformar o seu carro é preciso ficar atento aos prós e contras do serviço. Veja tudo o que você deve saber antes de decidir blindar a sua máquina:
 

# Quanto Custa?

Apesar da diminuição do preço do serviço nos últimos anos, a blindagem ainda é considerada um processo caro. Dependendo do nível de blindagem e do tipo de veículo, o procedimento pode superar o valor do veículo.
A blindagem de menor custo, voltada para uma proteção mais discreta onde se enquadram as picapes de pequeno porte, por exemplo, o custo do serviço varia em torno de R$ 40 mil. Já na blindagem de custo médio, aplicada em sedãs médios, o valor pode atingir uma média de R$ 50 mil.
As blindagens de alto custo, que exigem um serviço mais sofisticado ao serem aplicadas em SUVs e veículos de grande porte, podem chegar a custar em torno de R$ 75 mil.
 

# Níveis de Blindagem

No Brasil, os níveis de blindagem seguem a norma de resistência balística ABNT-NBR 15000 e são divididos em uso permitido, restrito e proibido. De acordo com essas normas, existem quatro níveis de proteção de blindagem no Brasil para uso civil:
 

– Nível I

A menor proteção disponível no mercado pode resistir a disparos de armas com calibre 32 e 38, além de ataques com ferros e pedras.

– Níveis II e II-A

Com base na tabela americana, esses dois níveis resistem a armas como pistola 9 milímetros e Magnum 357, mas não são níveis de proteção resistentes contra armas de grande porte.

– Nível III-A

O nível que representa 95% dos carros blindados que trafegam pelas ruas do país, pode suportar quatro vezes mais do que o Nível I e resiste ao ataque de armas de mão de todos os calibres: submetralhadoras, pistolas 9 mm e Magnum 44.
 

# Blindagem não é “superpoder”

É importante saber que o seu carro não irá se transformar em um tanque de guerra. Por mais grossos que sejam os vidros, as chapas de aço e os materiais utilizados nas portas, o risco de um projétil penetrar o interior do veículo ainda existe.
De acordo com especialistas, existem pontos vulneráveis em um automóvel mesmo após a blindagem, como colunas e maçanetas. As engrenagens e o formato da lataria podem impedir um perfeito ajustamento da colocação das chapas de aço, o que dificulta a proteção na região.
Outro fator importante a ressaltar é que os vidros têm capacidade limitada de resistência a tiros. As balas de armas com impacto mais potente podem penetrar a blindagem com persistência. As normas internacionais de blindagem determinam que os vidros sejam capazes de resistir até cinco tiros em uma área de 20 centímetros quadrados: isso significa que a sexta bala na mesma região pode atingir o interior do veículo.
 

# Revenda

Por se tratar de um serviço específico, um automóvel blindado pode sofrer com a desvalorização na revenda. Especialistas do setor afirmam que embora a blindagem se desvalorize menos do que o carro em si, calculam que a depreciação pode chegar a 15% ao ano.
 

# Manutenção e garantia

Um carro blindado também implica cuidados especiais e maiores custos com manutenção. As empresas especializadas em blindagem costumam oferecer garantia de dois anos e a cobertura é voltada apenas para defeitos da blindagem. No caso de um conserto ou reparo do automóvel (em razão de uma colisão, por exemplo) os custos de manutenção podem pesar: em geral, um reparo na carroceria ou nos vidros de um veículo blindado pode custar cerca de 20% mais do que o mesmo processo em um automóvel comum.

# Seguro

Embora diminua a probabilidade de furtos em cerca de 30%, o alto custo de um eventual reparo faz com que isso acabe refletindo no valor do seguro de blindados. Para minimizar o problema, assim como ocorre com acessórios (sistema de áudio, rodas e equipamentos específicos), as seguradoras geralmente tratam a blindagem à parte. Desse modo, no caso de reparos de partes não-blindadas (retrovisores, grade dianteira e faróis, por exemplo), a franquia tem o mesmo valor que a franquia de um veículo normal, evitando que o assegurado seja obrigado a pagar um valor muito mais alto ao acionar o seguro nesse caso.
 

# Peso x Potência

Uma das principais preocupações na hora de blindar um veículo é o peso extra da blindagem, que varia de 70 kg a 130 kg, em média, de acordo com o modelo do carro e o nível de proteção utilizada. Consequentemente, esse peso extra gera a perda de potência, e caso a estrutura do carro não o suporte, o carro pode sofrer sérios danos em sua estrutura, passando a ter restrições sobre o volume de carga e de passageiros. Portanto é extremamente importante que o consumidor busque as orientações de empresas e profissionais que conheçam o assunto.
 

# Consumo de Combustível

Devido ao peso extra e o aumento do esforço do motor para que o automóvel se locomova, a blindagem aumenta ligeiramente o consumo de combustível. Esse aumento pode variar muito dependendo do modelo e do tipo de blindagem. Materiais como o kevlar (manta de aramida), além da otimização da utilização do aço para que o peso seja o menor possível, são algumas das novas tecnologias usadas atualmente para reduzir o peso da blindagem e diminuir o consumo de combustível.
 

# Pneus não podem ser blindados

Muitos acreditam que os pneus também possam ser blindados, mas segundo Fábio Rovêdo de Mello, da Concept Blindagens, a coisa não funciona bem assim. Cada roda recebe um sistema de proteção, que pode ser uma cinta de aço ou polímeros especiais. Esses dispositivos permitem que o veículo rode por alguns quilômetros a certa velocidade e aumentam a probabilidade de deslocamento até uma zona de segurança.
 

# Precauções

Não faz sentido ter um carro blindado sem ter uma postura precavida. Um automóvel blindado exige hábitos cautelosos e um comportamento seguro para que a proteção seja funcional:
 

– Manter as travas e os vidros fechados

Descer do veículo após uma colisão, não efetuar o fechamento das travas ou abrir as janelas por qualquer motivo são atitudes que anulam a função da blindagem.

– Manter o veículo sempre em movimento

No caso de um assalto, não é recomendável permanecer parado. Dessa maneira, o motorista evita que mais de um projétil atinja a mesma região. A blindagem é uma ferramenta valiosa de fuga, onde o motorista ganha alguns segundos preciosos. Como no trânsito isso nem sempre é possível, é recomendável que o motorista deixe um espaço necessário em caso de proceder com uma manobra de fuga.
Fonte: https://www.areah.com.br/ “Carros blindados o que você deve saber.” Acessado em: 23/05/2017.

Para ficar dentro da lei, veja quais dados são necessário para registrar seu carro de passeio blindado.

Documentos e Formulários Registro e Transferência de Propriedade
(carros de passeio blindados) (clique aqui)

Como é um Taxi Voador?

Como é um Taxi Voador?

o lançamento do Táxi Voador estar confirmado pela Airbus, outras aeronaves elétricas sem a necessidade de alguém para pilotar estão para sair do papel também, e certamente vão alterar o conceito que temos hoje sobre a mobilidade urbana ideal, é o caso da E-volo, empresa alemã

What you should know about automotive armor?

Automotive Shielding

The automotive armor has been attracting more and more the interest of the drivers that circulate in the streets of the great Brazilian cities. According to the latest survey by the Brazilian Armoring Association (Abrablin), in 2014 approximately 12,000 cars were screened in the country, a record for the fifth consecutive year.
The chaotic traffic, the feeling of insecurity, the vulnerability to stop at each traffic light and the increase in the number of specialized companies in Brazil expanded the market and made the segment, which was previously aimed only at class A, also reach the public of the middle class.
But before turning your car you need to be aware of the pros and cons of the service. See all you need to know before deciding to arm your machine:

# How much?

Despite the decline in service prices in recent years, screening is still considered an expensive process. Depending on the level of shielding and the type of vehicle, the procedure may exceed the value of the vehicle.
The lower cost shielding, geared towards a more discreet protection where the small pickup trucks fit, for example, the cost of the service varies around R $ 40 thousand. Already in the medium cost shielding, applied in medium sedans, the value can reach an average of R $ 50 thousand.
The high-cost armor, which requires more sophisticated service when applied to SUVs and large vehicles, can cost around R $ 75,000.

# Shield Levels

In Brazil, the shielding levels follow the ballistic resistance standard ABNT-NBR 15000 and are divided into permitted, restricted and prohibited use. According to these standards, there are four levels of shielding protection in Brazil for civil use:
– Level I
The smallest protection available on the market can withstand gunshots of 32 and 38 caliber weapons, as well as attacks with irons and stones.
– Levels II and II-A
Based on the American chart, these two levels resist weapons such as 9mm pistol and 357 Magnum, but are not levels of protection resistant against large arms.
– Level III-A
The level representing 95% of the armored cars that travel the streets of the country, can withstand four times more than Level I and resists the handgun attack of all calibers: submachine guns, 9mm pistols and Magnum 44.

# Shielding is not “superpower”

It is important to know that your car will not turn into a tank of war. No matter how thick the windows, the steel plates and the materials used in the doors, the risk of a projectile penetrating the interior of the vehicle still exists.
According to experts, there are vulnerabilities in a car even after the shield, such as columns and door handles. The gears and the shape of the bodywork can prevent a perfect adjustment of the placement of steel sheets, which makes it difficult to protect the region.
Another important factor to note is that the glass has limited capacity for resistance to fire. The bullets of arms with more powerful impact can penetrate the armor with persistence. International shielding standards dictate that the glass be capable of withstanding up to five shots in an area of ​​20 square centimeters: this means that the sixth bullet in the same region can reach the interior of the vehicle.

# Reseller

Because it is a specific service, an armored car can suffer from the devaluation in the resale. Industry experts say that while the armor depreciates less than the car itself, they estimate that depreciation can reach 15 percent a year.

# Maintenance and warranty

An armored car also entails special care and higher maintenance costs. Specialized armor companies often offer a two-year warranty, and coverage is only for armor defects. In the event of a car repair or repair (for example, due to a collision), maintenance costs may weigh up: in general, repairing the bodywork or the windows of an armored vehicle can cost about 20% more than the same process in an ordinary automobile.

# Safe

Although it reduces the likelihood of thefts by about 30 percent, the high cost of a possible repair makes this reflect the value of armored insurance. To minimize the problem, just as with accessories (audio system, wheels and specific equipment), insurers usually treat the shield separately. Thus, in the case of repairs of unshielded parts (mirrors, front grille and headlamps, for example), the franchise has the same value as the franchise of a normal vehicle, preventing the insured from being forced to pay a much higher value high when triggering the insurance in that case.
 

# Weight x Power

One of the main concerns when it comes to armoring a vehicle is the extra weight of the armor, which ranges from 70 kg to 130 kg, on average, according to the model of the car and the level of protection used. Consequently, this extra weight generates a loss of power, and if the car’s structure does not support it, the car can suffer serious damage to its structure, having restrictions on the volume of cargo and passengers. Therefore it is extremely important that the consumer seeks the guidance of companies and professionals who know the subject.

# Fuel consumption

Due to the extra weight and increased motor effort to move the car, the armor slightly increases fuel consumption. This increase can vary greatly depending on the model and type of shielding. Materials such as Kevlar (Aramid Blanket), as well as optimizing the use of steel to make the weight as low as possible, are some of the new technologies currently used to reduce the weight of the shield and reduce fuel consumption.

# Tires can not be armored

Many believe that the tires can also be armored, but according to Fábio Rovêdo de Mello, Concept Blindagens, things do not work that well. Each wheel receives a protection system, which can be a steel strap or special polymers. These devices allow the vehicle to rotate for a few miles at a certain speed and increase the likelihood of traveling to a safety zone.

# Precautions

It makes no sense to have an armored car without having a guarded posture. An armored car requires cautious habits and a safe behavior for protection to be functional:
– Keep the latches and windows closed.
Getting off the vehicle after a collision, not closing the latches or opening the windows for any reason are attitudes that negate the function of the armor.
– Always keep the vehicle moving
In the event of an assault, it is not advisable to stand still. In this way, the driver prevents more than one projectile from reaching the same region. Shielding is a valuable escape tool, where the driver gets a few precious seconds. As in traffic this is not always possible, it is recommended that the driver leave a space necessary in case of an escape maneuver.
Source: https://www.areah.com.br/ “Armored cars what you should know.” Accessed on: 05/23/2017.

To stay within the law, see what data is required to register your armored touring car.

Documentos e Formulários Registro e Transferência de Propriedade
(carros de passeio blindados) (clique aqui)

Nota

Imagens meramente ilustrativas.

Os direitos autorais de todo o material apresentado neste site são propriedade da marca 2e4 Rodas Equipamentos Automotivos ou do criador original do material, estas imagens foram coletadas de diversas fontes públicas, incluindo sites diferentes, considerando a possibilidade de estar em domínio público.

Se alguém tiver qualquer objecção à exibição de qualquer imagem ou notícias, deve trazer ao nosso conhecimento através do e-mail (contato).

O mesmo será removido imediatamente, após verificação do crédito.

Todas as Marcas e nomes pertencem aos seus proprietários.

Outros nomes e marcas podem ser de propriedade de outras empresas.

Declinamos toda e qualquer responsabilidade legal advinda da utilização das informações acessadas nos nossos sites que tem por objetivo a divulgação de informação, diversão e educação dos interessados.

Medidas tomadas pelos usuários são de sua inteira responsabilidade.

Reiteramos que orientamos sempre a consultar e seguir as instruções presentes no manual ou certificado de garantia.

Nota de rodape

Blindagem Automotiva

A blindagem automotiva vem atraindo cada vez mais o interesse dos motoristas que circulam nas ruas das grandes cidades brasileiras. De acordo com o último levantamento feito pela Associação Brasileira de Blindagem (Abrablin), em 2014 foram blindados aproximadamente 12 mil carros no país, um recorde pelo quinto ano consecutivo.
O trânsito caótico, a sensação de insegurança, a vulnerabilidade ao parar em cada semáforo e o aumento do número de empresas especializadas no Brasil expandiram o mercado e fizeram com que o segmento, que antes era voltado apenas para a classe A, também atinja o público da classe média.
Mas antes de transformar o seu carro é preciso ficar atento aos prós e contras do serviço. Veja tudo o que você deve saber antes de decidir blindar a sua máquina:
 

# Quanto Custa?

Apesar da diminuição do preço do serviço nos últimos anos, a blindagem ainda é considerada um processo caro. Dependendo do nível de blindagem e do tipo de veículo, o procedimento pode superar o valor do veículo.
A blindagem de menor custo, voltada para uma proteção mais discreta onde se enquadram as picapes de pequeno porte, por exemplo, o custo do serviço varia em torno de R$ 40 mil. Já na blindagem de custo médio, aplicada em sedãs médios, o valor pode atingir uma média de R$ 50 mil.
As blindagens de alto custo, que exigem um serviço mais sofisticado ao serem aplicadas em SUVs e veículos de grande porte, podem chegar a custar em torno de R$ 75 mil.
 

# Níveis de Blindagem

No Brasil, os níveis de blindagem seguem a norma de resistência balística ABNT-NBR 15000 e são divididos em uso permitido, restrito e proibido. De acordo com essas normas, existem quatro níveis de proteção de blindagem no Brasil para uso civil:
 

– Nível I

A menor proteção disponível no mercado pode resistir a disparos de armas com calibre 32 e 38, além de ataques com ferros e pedras.

– Níveis II e II-A

Com base na tabela americana, esses dois níveis resistem a armas como pistola 9 milímetros e Magnum 357, mas não são níveis de proteção resistentes contra armas de grande porte.

– Nível III-A

O nível que representa 95% dos carros blindados que trafegam pelas ruas do país, pode suportar quatro vezes mais do que o Nível I e resiste ao ataque de armas de mão de todos os calibres: submetralhadoras, pistolas 9 mm e Magnum 44.
 

# Blindagem não é “superpoder”

É importante saber que o seu carro não irá se transformar em um tanque de guerra. Por mais grossos que sejam os vidros, as chapas de aço e os materiais utilizados nas portas, o risco de um projétil penetrar o interior do veículo ainda existe.
De acordo com especialistas, existem pontos vulneráveis em um automóvel mesmo após a blindagem, como colunas e maçanetas. As engrenagens e o formato da lataria podem impedir um perfeito ajustamento da colocação das chapas de aço, o que dificulta a proteção na região.
Outro fator importante a ressaltar é que os vidros têm capacidade limitada de resistência a tiros. As balas de armas com impacto mais potente podem penetrar a blindagem com persistência. As normas internacionais de blindagem determinam que os vidros sejam capazes de resistir até cinco tiros em uma área de 20 centímetros quadrados: isso significa que a sexta bala na mesma região pode atingir o interior do veículo.
 

# Revenda

Por se tratar de um serviço específico, um automóvel blindado pode sofrer com a desvalorização na revenda. Especialistas do setor afirmam que embora a blindagem se desvalorize menos do que o carro em si, calculam que a depreciação pode chegar a 15% ao ano.
 

# Manutenção e garantia

Um carro blindado também implica cuidados especiais e maiores custos com manutenção. As empresas especializadas em blindagem costumam oferecer garantia de dois anos e a cobertura é voltada apenas para defeitos da blindagem. No caso de um conserto ou reparo do automóvel (em razão de uma colisão, por exemplo) os custos de manutenção podem pesar: em geral, um reparo na carroceria ou nos vidros de um veículo blindado pode custar cerca de 20% mais do que o mesmo processo em um automóvel comum.

# Seguro

Embora diminua a probabilidade de furtos em cerca de 30%, o alto custo de um eventual reparo faz com que isso acabe refletindo no valor do seguro de blindados. Para minimizar o problema, assim como ocorre com acessórios (sistema de áudio, rodas e equipamentos específicos), as seguradoras geralmente tratam a blindagem à parte. Desse modo, no caso de reparos de partes não-blindadas (retrovisores, grade dianteira e faróis, por exemplo), a franquia tem o mesmo valor que a franquia de um veículo normal, evitando que o assegurado seja obrigado a pagar um valor muito mais alto ao acionar o seguro nesse caso.
 

# Peso x Potência

Uma das principais preocupações na hora de blindar um veículo é o peso extra da blindagem, que varia de 70 kg a 130 kg, em média, de acordo com o modelo do carro e o nível de proteção utilizada. Consequentemente, esse peso extra gera a perda de potência, e caso a estrutura do carro não o suporte, o carro pode sofrer sérios danos em sua estrutura, passando a ter restrições sobre o volume de carga e de passageiros. Portanto é extremamente importante que o consumidor busque as orientações de empresas e profissionais que conheçam o assunto.
 

# Consumo de Combustível

Devido ao peso extra e o aumento do esforço do motor para que o automóvel se locomova, a blindagem aumenta ligeiramente o consumo de combustível. Esse aumento pode variar muito dependendo do modelo e do tipo de blindagem. Materiais como o kevlar (manta de aramida), além da otimização da utilização do aço para que o peso seja o menor possível, são algumas das novas tecnologias usadas atualmente para reduzir o peso da blindagem e diminuir o consumo de combustível.
 

# Pneus não podem ser blindados

Muitos acreditam que os pneus também possam ser blindados, mas segundo Fábio Rovêdo de Mello, da Concept Blindagens, a coisa não funciona bem assim. Cada roda recebe um sistema de proteção, que pode ser uma cinta de aço ou polímeros especiais. Esses dispositivos permitem que o veículo rode por alguns quilômetros a certa velocidade e aumentam a probabilidade de deslocamento até uma zona de segurança.
 

# Precauções

Não faz sentido ter um carro blindado sem ter uma postura precavida. Um automóvel blindado exige hábitos cautelosos e um comportamento seguro para que a proteção seja funcional:
 

– Manter as travas e os vidros fechados

Descer do veículo após uma colisão, não efetuar o fechamento das travas ou abrir as janelas por qualquer motivo são atitudes que anulam a função da blindagem.

– Manter o veículo sempre em movimento

No caso de um assalto, não é recomendável permanecer parado. Dessa maneira, o motorista evita que mais de um projétil atinja a mesma região. A blindagem é uma ferramenta valiosa de fuga, onde o motorista ganha alguns segundos preciosos. Como no trânsito isso nem sempre é possível, é recomendável que o motorista deixe um espaço necessário em caso de proceder com uma manobra de fuga.
Fonte: https://www.areah.com.br/ “Carros blindados o que você deve saber.” Acessado em: 23/05/2017.

Para ficar dentro da lei, veja quais dados são necessário para registrar seu carro de passeio blindado.

Documentos e Formulários Registro e Transferência de Propriedade
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Como é um Taxi Voador?

Como é um Taxi Voador?

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The automotive armor has been attracting more and more the interest of the drivers that circulate in the streets of the great Brazilian cities. According to the latest survey by the Brazilian Armoring Association (Abrablin), in 2014 approximately 12,000 cars were screened in the country, a record for the fifth consecutive year.
The chaotic traffic, the feeling of insecurity, the vulnerability to stop at each traffic light and the increase in the number of specialized companies in Brazil expanded the market and made the segment, which was previously aimed only at class A, also reach the public of the middle class.
But before turning your car you need to be aware of the pros and cons of the service. See all you need to know before deciding to arm your machine:

# How much?

Despite the decline in service prices in recent years, screening is still considered an expensive process. Depending on the level of shielding and the type of vehicle, the procedure may exceed the value of the vehicle.
The lower cost shielding, geared towards a more discreet protection where the small pickup trucks fit, for example, the cost of the service varies around R $ 40 thousand. Already in the medium cost shielding, applied in medium sedans, the value can reach an average of R $ 50 thousand.
The high-cost armor, which requires more sophisticated service when applied to SUVs and large vehicles, can cost around R $ 75,000.

# Shield Levels

In Brazil, the shielding levels follow the ballistic resistance standard ABNT-NBR 15000 and are divided into permitted, restricted and prohibited use. According to these standards, there are four levels of shielding protection in Brazil for civil use:
– Level I
The smallest protection available on the market can withstand gunshots of 32 and 38 caliber weapons, as well as attacks with irons and stones.
– Levels II and II-A
Based on the American chart, these two levels resist weapons such as 9mm pistol and 357 Magnum, but are not levels of protection resistant against large arms.
– Level III-A
The level representing 95% of the armored cars that travel the streets of the country, can withstand four times more than Level I and resists the handgun attack of all calibers: submachine guns, 9mm pistols and Magnum 44.

# Shielding is not “superpower”

It is important to know that your car will not turn into a tank of war. No matter how thick the windows, the steel plates and the materials used in the doors, the risk of a projectile penetrating the interior of the vehicle still exists.
According to experts, there are vulnerabilities in a car even after the shield, such as columns and door handles. The gears and the shape of the bodywork can prevent a perfect adjustment of the placement of steel sheets, which makes it difficult to protect the region.
Another important factor to note is that the glass has limited capacity for resistance to fire. The bullets of arms with more powerful impact can penetrate the armor with persistence. International shielding standards dictate that the glass be capable of withstanding up to five shots in an area of ​​20 square centimeters: this means that the sixth bullet in the same region can reach the interior of the vehicle.

# Reseller

Because it is a specific service, an armored car can suffer from the devaluation in the resale. Industry experts say that while the armor depreciates less than the car itself, they estimate that depreciation can reach 15 percent a year.

# Maintenance and warranty

An armored car also entails special care and higher maintenance costs. Specialized armor companies often offer a two-year warranty, and coverage is only for armor defects. In the event of a car repair or repair (for example, due to a collision), maintenance costs may weigh up: in general, repairing the bodywork or the windows of an armored vehicle can cost about 20% more than the same process in an ordinary automobile.

# Safe

Although it reduces the likelihood of thefts by about 30 percent, the high cost of a possible repair makes this reflect the value of armored insurance. To minimize the problem, just as with accessories (audio system, wheels and specific equipment), insurers usually treat the shield separately. Thus, in the case of repairs of unshielded parts (mirrors, front grille and headlamps, for example), the franchise has the same value as the franchise of a normal vehicle, preventing the insured from being forced to pay a much higher value high when triggering the insurance in that case.
 

# Weight x Power

One of the main concerns when it comes to armoring a vehicle is the extra weight of the armor, which ranges from 70 kg to 130 kg, on average, according to the model of the car and the level of protection used. Consequently, this extra weight generates a loss of power, and if the car’s structure does not support it, the car can suffer serious damage to its structure, having restrictions on the volume of cargo and passengers. Therefore it is extremely important that the consumer seeks the guidance of companies and professionals who know the subject.

# Fuel consumption

Due to the extra weight and increased motor effort to move the car, the armor slightly increases fuel consumption. This increase can vary greatly depending on the model and type of shielding. Materials such as Kevlar (Aramid Blanket), as well as optimizing the use of steel to make the weight as low as possible, are some of the new technologies currently used to reduce the weight of the shield and reduce fuel consumption.

# Tires can not be armored

Many believe that the tires can also be armored, but according to Fábio Rovêdo de Mello, Concept Blindagens, things do not work that well. Each wheel receives a protection system, which can be a steel strap or special polymers. These devices allow the vehicle to rotate for a few miles at a certain speed and increase the likelihood of traveling to a safety zone.

# Precautions

It makes no sense to have an armored car without having a guarded posture. An armored car requires cautious habits and a safe behavior for protection to be functional:
– Keep the latches and windows closed.
Getting off the vehicle after a collision, not closing the latches or opening the windows for any reason are attitudes that negate the function of the armor.
– Always keep the vehicle moving
In the event of an assault, it is not advisable to stand still. In this way, the driver prevents more than one projectile from reaching the same region. Shielding is a valuable escape tool, where the driver gets a few precious seconds. As in traffic this is not always possible, it is recommended that the driver leave a space necessary in case of an escape maneuver.
Source: https://www.areah.com.br/ “Armored cars what you should know.” Accessed on: 05/23/2017.

To stay within the law, see what data is required to register your armored touring car.

Documentos e Formulários Registro e Transferência de Propriedade
(carros de passeio blindados) (clique aqui)

Nota

Imagens meramente ilustrativas.

Os direitos autorais de todo o material apresentado neste site são propriedade da marca 2e4 Rodas Equipamentos Automotivos ou do criador original do material, estas imagens foram coletadas de diversas fontes públicas, incluindo sites diferentes, considerando a possibilidade de estar em domínio público.

Se alguém tiver qualquer objecção à exibição de qualquer imagem ou notícias, deve trazer ao nosso conhecimento através do e-mail (contato).

O mesmo será removido imediatamente, após verificação do crédito.

Todas as Marcas e nomes pertencem aos seus proprietários.

Outros nomes e marcas podem ser de propriedade de outras empresas.

Declinamos toda e qualquer responsabilidade legal advinda da utilização das informações acessadas nos nossos sites que tem por objetivo a divulgação de informação, diversão e educação dos interessados.

Medidas tomadas pelos usuários são de sua inteira responsabilidade.

Reiteramos que orientamos sempre a consultar e seguir as instruções presentes no manual ou certificado de garantia.

Nota de rodape